Anthropic entra com pedido confidencial de IPO
Apenas dias após fechar uma rodada de captação colossal de US$ 65 bilhões, a criadora do Claude aciona a SEC e se posiciona para abrir as comportas do capital público em Wall Street.
Apenas dias após fechar uma rodada de captação colossal de US$ 65 bilhões, a criadora do Claude aciona a SEC e se posiciona para abrir as comportas do capital público em Wall Street.
O país quer se tornar um líder mundial em implantes cerebrais. Espera-se que um forte apoio governamental ajude a acelerar esse processo.
O avanço das dívidas vencidas expõe a ressaca das margens apertadas do produtor rural e o impacto invisível da geopolítica global no coração do PIB brasileiro.
A Kirkland & Ellis decidiu criar seu próprio sistema do zero. O movimento expõe o pânico das corporações com o "SaaSpocalypse" e redefine a fronteira entre construir ou comprar tecnologia em 2026.
Em meio ao impasse nas negociações nucleares com os EUA, Teerã mira a infraestrutura digital que move US$ 10 trilhões por dia em transações financeiras, transformando o fundo do mar em zona de guerra híbrida contra Google, Meta, Amazon e Microsoft.
Aproveitando a retração cíclica do setor imobiliário americano e usando uma fração minúscula de seu caixa recorde, a Berkshire Hathaway fechou a aquisição de uma das maiores construtoras dos EUA para consolidar seu império de moradias.
Através de seu império de mídia e tecnologia People Inc. (antiga IAC), o bilionário prepara uma oferta agressiva em dinheiro para assumir o controle total da MGM Resorts e blindar seu patrimônio com os ativos físicos insubstituíveis de Las Vegas.
Uma engenharia reversa no provável cap table da maior empresa aeroespacial do mundo revela que o IPO de US$ 1,75 trilhão vai consolidar uma dinastia de milionários e bilionários dividida estritamente por uma linha do tempo implacável.
Cansado do "saque de dados" promovido por startups de inteligência artificial, o aplicativo de corrida trancou o site atrás de login, passou o facão em acessos gratuitos e declarou guerra aberta à pirataria de dados corporativos.
O desmoronamento de 87% das universidades brasileiras no prestigiado ranking CWUR expõe o preço cobrado por anos de asfixia orçamentária e a incapacidade do país de competir na economia do conhecimento.
Após anos de um embate judicial davidiano contra a gigante americana dona do Facebook, a integradora de tecnologia nascida no Rio Grande do Sul assinou um acordo confidencial, rebatizou-se como Insi e usará o fôlego financeiro para invadir o mercado chinês.
Impulsionado pela euforia global com semicondutores e um plano colossal de investimentos em IA na Europa, o conglomerado de Masayoshi Son desbancou a gigante automotiva Toyota do topo do valor de mercado japonês.
A gigante dos semicondutores anunciou uma nova linha de processadores projetados especificamente para equipar a próxima geração de notebooks Windows de marcas como Dell e HP, intensificando a disputa pelo controle da inteligência artificial local diretamente nas máquinas dos usuários.
Para tentar reanimar um mercado nacional em frangalhos, Berlim lançou um novo pacote de subsídios que ignora o protecionismo e estende o tapete vermelho para os veículos chineses.
O tradicional fórum jurídico em Lisboa virou o evento corporativo mais concorrido do funcionalismo público, com direito a debandada geral e diárias bancadas pelo Erário.
O vírus voltou a assombrar o continente africano com uma velocidade preocupante, obrigando autoridades sanitárias mundiais a correrem contra o tempo para conter uma nova crise global.
O Palácio do Planalto resolveu criar sua própria plataforma de streaming para bater de frente com as big techs, prometendo cultura grátis na sua tela. E a conta, claro, no seu imposto.
A agência espacial americana cansou de robôs lentos e decidiu que a melhor forma de mapear as cavernas lunares é escalando uma frota de quadricópteros autônomos.
O bilionário Masayoshi Son foi seduzido pelo charme diplomático de Emmanuel Macron e prometeu o maior investimento em infraestrutura digital da história da Europa.
A Maçã desistiu de te transformar num ciborgue com o Vision Pro e agora quer que você use óculos normais (mas cheios de câmeras e inteligência artificial) para bater de frente com a Meta.