2006. Oregon. Phil Knight, fundador da Nike, enfrentava um problema.

A empresa crescia. 

Mas perdia o foco.

Tênis, roupas, gadgets, perfumes…

Milhares de produtos. 

Zero direção.

As margens caíam.

O brilho da marca sumia.

Knight chamou um velho amigo para conversar:

Steve Jobs.

O gênio da Apple.

O homem que transformou simplicidade em arte.

Durante o encontro, Knight perguntou:

“Steve, o que você faria se estivesse no meu lugar?”

Jobs pensou por alguns segundos.

E disse apenas:

“Vocês fazem alguns produtos ótimos...e muita porcaria.

Tirem a porcaria.”

Silêncio pairou.

Knight ficou em choque.

Mas entendeu o recado.

Nos meses seguintes, a Nike cancelou dezenas de linhas.

Eliminou produtos medianos.

Reiniciou o foco: 

Excelência e design.

O resultado?

A marca voltou a crescer.

Lucros dispararam.

Nike virou sinônimo de performance e estilo.

Hoje vale quase US$ 100 bilhões.

E aquela frase virou mantra interno:

“Se não é ótimo, é lixo.”

Isso não é sobre moda.

É sobre clareza.

Sobre coragem pra cortar o bom - e focar no extraordinário.

Sobre entender que o luxo verdadeiro é fazer menos, melhor.