O Bloomberg Billionaires Index confirmou: o craque argentino chegou à marca de US$ 1 bi em patrimônio líquido, juntando-se a Cristiano Ronaldo no ranking dos atletas mais ricos do planeta.
- Ele recusou US$ 400 milhões por ano da Arábia Saudita, foi pra Miami tomar sol, e chegou no bi do mesmo jeito.
Como chegou la:
- Mais de US$ 700 milhões só em salários e bônus desde 2007
- Participação no Inter Miami (o clube mais valioso dos EUA, avaliado em ~US$ 1,45 bi)
- Um REIT imobiliário listado em bolsa espanhola, avaliado em US$ 232 milhões
- Acordos com a Apple TV+, bebida esportiva Más+, e uma rede de restaurantes de milanesa — sim, milanesa
- Clubes de futebol no Uruguai, na Espanha e até em Rosario
Por que isso importa: O roteiro clássico do atleta bilionário tem uma jogada-mestra fora de campo: Jordan virou dono de franquia, Federer apostou numa marca de tênis obscura. Messi basicamente chegou lá recebendo salário.
- Isso diz muito sobre como o futebol moderno inflacionou absurdamente, e o que as próximas estrelas vão exigir ao sentar na mesa de negociação.
Tudo começou num guardanapo. Terminou num bilhão. O guardanapo, infelizmente, não valorizou na mesma proporção.